Nas luxações posteriores do quadril, para ocorrer fratura da borda acetabular ou cisalhamento da cabeça femoral, o fêmur deve estar
- mais aduzido e com rotação interna.
- mais aduzido e com rotação externa.
- menos aduzido e com rotação externa.
- menos aduzido e com rotação interna.
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Conceito-chave
Na luxação posterior do quadril (o joelho bate no painel do carro), a posição do fêmur no impacto decide se a luxação será pura ou com fratura.
Fêmur mais aduzido e em rotação interna: a cabeça escapa por cima da borda posterior do acetábulo sem bater nela: luxação pura.
Fêmur menos aduzido (mais neutro) e em rotação interna: a cabeça bate de frente na borda posterior: fratura da parede posterior do acetábulo ou cisalhamento da cabeça do fêmur (Pipkin).
A conduta:
reduzir com urgência, de preferência em menos de 6 horas, pelo risco de necrose;
TC depois da redução: procurar fragmentos intra-articulares e conferir a congruência;
parede posterior com mais de 40 a 50% de comprometimento ou instável: fixação pela via de Kocher-Langenbeck.
Na prova: para fraturar a borda acetabular ou a cabeça, o fêmur deve estar menos aduzido e em rotação interna.
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