Na fratura da extremidade distal do úmero AO-C3 em idosos com osteoporose, o melhor resultado clínico é obtido com
- artroplastia total do cotovelo.
- RAFI com placas bloqueadas paralelas.
- tratamento conservador (saco de ossos).
- RAFI com placas bloqueadas ortogonais.
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Conceito-chave
A fratura AO-C3 do úmero distal no idoso com osteoporose junta dois problemas: cominução articular e osso frágil. Conseguir uma fixação estável é difícil.
As opções:
redução aberta e fixação interna (RAFI) com duas placas bloqueadas: a primeira escolha quando dá para conseguir uma fixação estável;
artroplastia total do cotovelo: o ensaio de McKee (2009) mostrou melhor função que a RAFI nas fraturas C3 do idoso com osso muito frágil;
tratamento conservador ("saco de ossos"): só em quem não tem condições cirúrgicas.
As placas:
ortogonais (medial e posterolateral, a 90°);
paralelas (medial e lateral): mais rígidas em alguns estudos biomecânicos;
os resultados clínicos das duas montagens são semelhantes.
Os princípios de O'Driscoll: parafusos longos, o maior número possível no fragmento distal, interdigitados entre as placas, que formam um arco.
Na prova: a banca considerou a RAFI com placas bloqueadas ortogonais.
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