Na fratura exposta, o fechamento primário da lesão de pele deve ser realizado em paciente com ISS (Injury Severity Score):
- menor que 20, com diabetes melitus
- menor que 20, sem diabetes melitus
- maior que 25, com diabetes melitus
- maior que 25, sem diabetes melitus
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Conceito-chave
O fechamento primário da ferida na fratura exposta foi um tabu por décadas, pelo medo de infecção por gás e de abscesso. Hoje é aceito em casos selecionados, desde que o desbridamento tenha sido adequado.
As condições favoráveis para fechar logo:
desbridamento completo, com ferida limpa e sem tecido desvitalizado;
fechamento sem tensão nas bordas;
paciente sem comorbidades que atrapalhem a cicatrização, como o diabetes;
politrauma não grave, com ISS menor que 20;
sem contaminação grosseira (ambiente rural, esgoto) e sem lesão vascular.
O que contraindica: diabetes, ISS alto (maior que 25), contaminação grosseira, demora grande até o desbridamento e lesão extensa de partes moles.
Gustilo: I ferida até 1 cm e limpa; II de 1 a 10 cm; III maior ou de alta energia (IIIA com cobertura possível, IIIB com necessidade de retalho, IIIC com lesão arterial que precisa de reparo).
Na prova: o fechamento primário é possível com ISS menor que 20 e paciente sem diabetes.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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