Na fratura da extremidade proximal do úmero, o desvio da tuberosidade menor é:
- lateral, pela ação do músculo infraespinhal
- medial, pela ação do músculo infraespinhal
- medial, pela ação do músculo subescapular
- lateral, pela ação do músculo subescapular
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Conceito-chave
O fragmento não se desvia ao acaso: ele acompanha a estrutura que continua presa a ele. No tubérculo menor, essa estrutura é o subescapular, cuja tração o leva para medial. A ruptura ocorre através do osso, preservando a ligação do tendão com o fragmento.
É útil comparar com o outro tubérculo: o maior isolado vai para trás e medial pela ação do manguito posterossuperior. Assim, lembrar apenas “medial” não resolve a questão; é preciso identificar qual inserção está ligada ao fragmento. No colo cirúrgico, ainda há outra força: o peitoral maior leva a diáfise para anterior e medial (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 36, “Quem puxa para onde”).
Esse raciocínio também explica a sequela: o tubérculo menor consolidado desviado pode bloquear rotação interna e enfraquecer o subescapular. O resumo da Biblioteca reúne as direções de desvio e seus efeitos.
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