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Questão de Fratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotovelo (TARO 2018)

Trauma adultoFratura da cabeça do rádio e instabilidade do cotoveloTARO 2018

Na fratura do processo coronoide, segundo a classificação de O`DRISCOLL, o tipo I está comumente associado à fratura:

  1. da ulna
  2. do olecrano
  3. da diáfise do rádio
  4. da cabeça do rádio
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Gabarito: D · da cabeça do rádio

Conceito-chave

Uma fratura da ponta do coronoide, tipo I de O’Driscoll, deve fazer procurar a outra lesão óssea da tríade terrível: a cabeça do rádio, alternativa D. O número da classificação é uma pista do conjunto que sofreu a carga, não apenas uma etiqueta do fragmento.

Na queda com a mão espalmada, valgo, supinação e carga axial perto da extensão, a ulna gira posterolateralmente. A tróclea cisalha a ponta do coronoide e a cabeça do rádio pode fraturar ao impactar no capítulo. Quando isso se soma à luxação, forma-se a tríade: luxação, cabeça radial e coronoide (Rockwood, 10ª ed., cap. 40, “Tríade terrível”).

É importante distinguir a ponta da base e da faceta anteromedial. A faceta é tipo II e se relaciona à instabilidade posteromedial em varo; a base é tipo III e se associa às fraturas-luxações do olécrano e da ulna proximal. A topografia ajuda a prever a lesão associada que precisa ser pesquisada nas imagens.

O tamanho ainda importa no tratamento, mas não substitui o padrão. Um fragmento minúsculo pode dispensar reparo se o restante reconstruído estabilizar o cotovelo; isso não autoriza ignorar cabeça radial, ligamentos ou congruência. A investigação do conjunto é o que permite mobilização precoce com segurança.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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