Na fratura cervical baixa associada a lesão da artéria vertebral com indicação de tratamento cirúrgico, deve-se evitar o:
- acesso anterior e fixação com placa cervical
- acesso posterior e fixação com parafuso translaminar
- acesso posterior e fixação com parafuso de massa lateral
- acesso anterior e uso de espaçador intersomático (cages)
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Conceito-chave
Uma vertebral está lesada e o paciente precisa de estabilização cervical baixa. O planejamento não pode colocar em risco a artéria que permaneceu patente. Entre as opções, o alerta do capítulo recai sobre acesso posterior com parafusos de massa lateral, alternativa C.
A lesão unilateral pode produzir poucas sequelas e passar despercebida no exame neurológico. O problema surge se a montagem agride também o lado sadio, convertendo a situação em comprometimento bilateral. O resumo recomenda evitar ou redobrar o cuidado com parafusos de massa lateral e transarticulares no lado da vertebral patente (Rockwood, 10ª ed., cap. 48, “Lesão da artéria vertebral”).
Isso não equivale a proibir toda via posterior ou declarar todo implante anterior seguro. A trajetória do parafuso e a anatomia individual decidem o risco. Na exposição anterior, o capítulo também orienta preservar a linha média e não ultrapassar lateralmente as articulações uncovertebrais para proteger a vertebral.
O gabarito identifica a montagem que a fonte destaca como ameaça à circulação remanescente. Ele não dispensa avaliar os demais trajetos ou escolher a via de acordo com a lesão óssea, discal e ligamentar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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