Na avaliação da fratura do tálus, a incidência radiográfica descrita por CANALE e KELLY é realizada com flexão:
- plantar máxima do tornozelo, supinação do pé em 15 graus e inclinação do raio em 75 graus em relação ao plano do chassi
- dorsal máxima do tornozelo, pronação do pé em 15 graus e inclinação do raio em 75 graus em relação ao plano do chassi
- plantar máxima do tornozelo, pronação do pé em 15 graus e inclinação do raio em 75 graus em relação ao plano do chassi
- dorsal máxima do tornozelo, supinação do pé em 15 graus e inclinação do raio em 75 graus em relação ao plano do chassi
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Conceito-chave
A banca marcou C, combinando pronação de 15 graus e raio a 75 graus. Esses dois elementos correspondem à incidência de Canale, mas a expressão “flexão plantar máxima” exige ressalva: o corpo independente do resumo e o desenho usado no capítulo mostram o pé apoiado, não estabelecem essa posição extrema como requisito.
A razão da incidência é anatômica. O colo se dirige medialmente em relação ao corpo talar; a pronação permite vê-lo no seu eixo e conferir comprimento medial e varo. O feixe inclinado completa a projeção. Portanto, não basta reconhecer o número 75 e ignorar se o pé está pronado ou supinado (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Canale e Broden”).
Resposta oficial e técnica consultada precisam ficar distintas. Entre as opções da questão histórica, C é a letra da banca. Para ensinar a montagem com fidelidade ao resumo, preservam-se pronação de 15 graus e raio a 75 graus, sem atribuir ao texto uma exigência de flexão plantar máxima que ele não traz. A figura 66-11, aberta na questão com esse desenho, mostra joelho fletido e planta apoiada.
O alvo é o colo, sobretudo sua coluna medial. Na fixação de uma fratura cominuída, essa avaliação ajuda a evitar encurtamento e varo; Broden, em comparação, se dirige à faceta posterior subtalar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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