Orto Questões

Questão de Fraturas da coluna toracolombar (TARO 2019)

Trauma adultoFraturas da coluna toracolombarTARO 2019

Na fratura do sacro, a instabilidade espinopélvica está associada a fratura:

  1. transalar
  2. do promontório
  3. medial à faceta L5-S1
  4. transversa abaixo da articulação de S1
Responder no Orto Questões
Ver gabarito e conceito-chave

Gabarito: C · medial à faceta L5-S1

Conceito-chave

Para a coluna continuar ligada à pelve, não basta que o sacro pareça um osso único numa incidência. É necessário preservar a conexão lombossacra. O traço medial à faceta L5-S1, alternativa C, ameaça essa relação e está associado à instabilidade espinopélvica.

O resumo destaca a faceta L5-S1 na classificação AO Spine: as fraturas verticais que a envolvem podem comprometer a estabilidade entre coluna e pelve, compondo o grupo C1. O raciocínio não se resume à distância do traço em relação aos forames de Denis; são classificações que respondem a perguntas diferentes (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “AO Spine: a faceta L5-S1”).

Nas fraturas em U ou H, traços verticais bilaterais se unem a um transversal e separam o sacro superior, ligado à coluna, da pelve. Pode haver cifose e compressão neural. A reconstrução sagital da TC é fundamental para reconhecer a deformidade, que pode passar despercebida na AP e em cortes axiais.

Déficit neurológico e instabilidade mecânica também são diferentes. Uma fratura transversa baixa pode lesar raízes mesmo estando abaixo das sacroilíacas, sem produzir a mesma dissociação do anel superior. A pergunta busca a relação com a faceta e a junção lombopélvica.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

Ver o comentário completo