A fratura da cabeça do fêmur associada a fratura do acetábulo é classificada por Pipkin como tipo:
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
Pipkin classifica a fratura da cabeça do fêmur que acompanha a luxação posterior do quadril. A referência é a fóvea, onde entra o ligamento redondo:
tipo I: fratura abaixo da fóvea (infrafoveal), fora da área de carga;
tipo II: fratura acima da fóvea (suprafoveal), na área de carga;
tipo III: tipo I ou II com fratura do colo do fêmur; o pior prognóstico, pelo risco de necrose;
tipo IV: tipo I ou II com fratura do acetábulo, em geral da parede posterior.
A conduta:
reduzir a luxação com urgência, de preferência em menos de 6 horas, para diminuir o risco de necrose;
TC depois da redução, para ver fragmentos e a congruência;
tipo I pequeno e reduzido: pode ser conservador ou excisão do fragmento; tipo II: fixação; tipo III no idoso: artroplastia; tipo IV: tratar a fratura do acetábulo junto.
Na prova: fratura da cabeça do fêmur com fratura do acetábulo é Pipkin IV.
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