A fratura subtrocantérica do adulto secundária ao uso de alendronato tem como característica:
- dor prodrômica
- envolvimento unilateral
- espícula da cortical lateral
- espessamento da cortical medial
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Conceito-chave
O uso prolongado de bisfosfonatos (como o alendronato) suprime a remodelação óssea e pode levar à fratura femoral atípica, na região subtrocantérica ou na diáfise.
Os critérios da ASBMR:
trauma mínimo ou nenhum, como uma queda da própria altura;
traço transverso que começa na cortical lateral e pode ficar oblíquo ao cruzar o osso;
fratura completa com espícula medial, ou incompleta só na cortical lateral;
sem cominução ou com cominução mínima;
espessamento (bico) localizado da cortical lateral.
Os achados que reforçam: dor prodrômica na coxa ou na virilha semanas ou meses antes, bilateralidade e consolidação lenta.
A conduta: suspender o bisfosfonato, repor cálcio e vitamina D (a teriparatida pode ajudar); fixar com haste cefalomedular; investigar o fêmur do outro lado, e fixar de forma profilática se houver dor com linha de fratura.
Na prova: a fratura atípica por bisfosfonato tem dor prodrômica.
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