Na fratura da cabeça do rádio, tratada com artroplastia, a principal complicação é:
- luxação
- dor no punho
- soltura asséptica
- sobrecarga do capítulo
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Conceito-chave
Uma prótese da cabeça do rádio não substitui só uma superfície: ela recoloca uma coluna entre o capítulo e a ulna. Se essa coluna fica alta ou grossa demais, empurra o capítulo o tempo todo. É disso que a banca está falando.
Por que é fácil errar o tamanho. O Rockwood and Green (10ª ed., cap. 40) lembra que a cabeça nativa é elíptica, enquanto a maioria das próteses é redonda. O diâmetro certo é o menor diâmetro da elipse; na dúvida entre dois tamanhos, escolhe-se o menor, no diâmetro e na espessura. A altura segue a radioulnar proximal: a prótese deve articular cerca de 2 mm abaixo da ponta do coronoide. Medir pela distância entre o capítulo e o corte do colo engana, porque o colateral lateral costuma estar roto e o espaço fica aberto.
O que o alongamento faz. O alongamento excessivo (overstuffing) causa dor, rigidez e desgaste do capítulo, e o capítulo o aponta como a causa técnica mais comum de falha. A radiografia ajuda pouco: o espaço umeroulnar medial perde o paralelismo e abre do lado lateral, mas isso só aparece com 6 a 8 mm de alongamento. Radiografias do lado oposto ajudam a comparar.
O que dizem as revisões. Na revisão sistemática citada no resumo, com 152 próteses que falharam, os motivos de revisão foram afrouxamento asséptico (30%), rigidez (20%) e dor persistente (17%), com mediana de 14 meses. Linhas radiolúcidas que não progridem em volta de hastes lisas são comuns e não se associam a sintomas.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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