A fratura do odontoide tipo I de Anderson e D’Alonzo ocorre por tração do ligamento:
- alar e corresponde a 1% dos casos
- alar e corresponde a 18% dos casos
- transverso e corresponde a 1% dos casos
- transverso e corresponde a 18% dos casos
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Conceito-chave
Anderson e D'Alonzo classificam as fraturas do odontoide (dente do áxis) pela altura do traço:
tipo I: avulsão da ponta, pela tração do ligamento alar; rara, cerca de 1%; geralmente estável, mas pode ser marcador de instabilidade occipitocervical;
tipo II: na base do dente; o mais comum e o de maior risco de pseudartrose, porque a área é pobre em sangue e osso esponjoso;
tipo III: o traço entra no corpo de C2; consolida bem com imobilização.
Os ligamentos do dente: os alares saem da ponta do dente para os côndilos occipitais e limitam a rotação; o transverso passa atrás do dente, prendendo-o ao arco anterior de C1, e impede a translação. O transverso não se insere na ponta do dente.
Os fatores de pseudartrose no tipo II: idade acima de 50 anos, desvio maior que 5 mm, angulação maior que 10° e cominução da base (tipo IIA de Hadley).
Na prova: o tipo I é a avulsão pelo ligamento alar e corresponde a cerca de 1% das fraturas do odontoide.
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