A fratura por estresse na diáfise da tíbia ocorre com maior frequência por forças de:
- tensão na cortical anterolateral
- tensão na cortical posteromedial
- compressão na cortical anterolateral
- compressão na cortical posteromedial
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Conceito-chave
A região que mais sofre fratura por estresse na diáfise tibial não é a mais famosa pelas complicações. O padrão predominante está na cortical posteromedial, sob compressão. A fratura anterior ou anterolateral, sob tensão, é menos frequente, mas tem maior risco.
Na corrida e no salto, a tíbia se curva com o ápice para a frente: a cortical anterior é tracionada e a posteromedial comprimida. A compressão tende a fechar a fissura; a tensão tende a abri-la a cada carga, favorecendo progressão e pseudartrose. Essa é a razão mecânica para o risco diferente dos dois sítios (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 24, “Três entidades diferentes”).
A “linha negra temida” é o traço da cortical anterior e não deve substituir na memória o padrão mais frequente. O resumo da Biblioteca compara a fratura posteromedial, a anterior e a canelite.
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