A lesão mais frequente no complexo suspensório superior do ombro é a fratura da:
- clavícula e acrômio
- clavícula e colo da escápula
- colo da escápula e luxação acromioclavicular
- processo coracoide e luxação acromioclavicular
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Conceito-chave
A associação clássica procurada é fratura da clavícula e do colo da escápula, alternativa B. O resumo do capítulo 34 a descreve como a lesão dupla mais comum do complexo suspensor superior; o capítulo 33, porém, questiona se muitas dessas fraturas chamadas de colo são realmente do corpo.
O complexo funciona como um anel osteoligamentar que relaciona a glenoide e o membro ao tronco. Uma ruptura pode permanecer contida; duas rupturas independentes podem tornar o conjunto instável. A definição histórica de ombro flutuante associa diáfise clavicular e colo escapular do mesmo lado (Rockwood, 10ª ed., caps. 33 e 34, seções sobre ombro flutuante).
O nome clássico não substitui a análise anatômica. No capítulo da escápula, a TC 3D mostra que parte da aparente medialização da glenoide é a lateralização do corpo infraespinal. O autor reserva a ideia de glenoide verdadeiramente flutuante à perda de todas as suas conexões osteoligamentares. Por isso não se deve atribuir uma frequência numérica única a toda lesão que recebeu o rótulo em séries antigas.
A diferença também chega à cirurgia. O capítulo 34 propõe fixar a clavícula primeiro e reavaliar a glenoide; o 33 prefere estabilizar a escápula antes. São estratégias dos respectivos autores, não uma sequência universal comprovada para qualquer padrão.
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