Na fratura toracolombar, deve-se suspeitar de lesão na dura-máter quando se observa fratura:
- do pedículo
- vertical da lâmina
- do processo transverso
- do muro posterior do corpo vertebral
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Conceito-chave
Na explosão vertebral, o sinal de alerta para lesão dural não é apenas o fragmento que recua do corpo para o canal. É a fratura vertical da lâmina, atrás do canal: no impacto, a lâmina se abre e depois retorna, podendo aprisionar dura-máter e raízes no traço.
A dura é o envoltório neural que precisa ser reconhecido e protegido durante a abordagem. O resumo descreve laceração longitudinal dorsal, às vezes extensa, com bordas retraídas para a frente. Assim, a imagem de uma lâmina partida verticalmente exige atenção para tecido preso e para a possibilidade de reparo dural, sobretudo se o traço estiver desviado (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 49, “A lâmina vertical e a dura-máter”).
Há duas associações que não devem ser confundidas. A parede posterior do corpo define o componente de explosão e pode retropulsar. A lâmina vertical é o sinal posterior particularmente associado à lesão da dura. Uma mesma fratura pode apresentar ambos, mas eles respondem a perguntas diferentes.
O resumo da Biblioteca explica essa sequência de abertura e aprisionamento, útil para entender o sinal em vez de apenas memorizar o nome.
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