Na fratura do úmero distal do adulto, o sinal do duplo crescente na radiografia em perfil do cotovelo é indicativo de fratura:
- isolada da tróclea
- isolada do capítulo
- do epicôndilo medial
- do capítulo com extensão para tróclea
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Conceito-chave
As fraturas do capítulo ocorrem no plano coronal: o fragmento sobe e fica anterior ao úmero na radiografia em perfil. A classificação de Bryan e Morrey (modificada por McKee):
tipo I, Hahn-Steinthal: grande parte óssea do capítulo;
tipo II, Kocher-Lorenz: lasca osteocondral fina;
tipo III: cominutiva;
tipo IV, McKee: o capítulo com extensão para a tróclea.
O sinal do duplo crescente (ou duplo arco): no perfil do cotovelo, aparecem dois arcos subcondrais sobrepostos no mesmo fragmento. Um é o capítulo, e o outro é a crista lateral da tróclea. Ele mostra que o traço avança para a tróclea: tipo IV de McKee.
Dubberley separa os tipos 1 a 3 pela extensão e acrescenta A (sem cominução posterior) e B (com cominução posterior).
A conduta: TC sempre, para planejar. Tratamento com redução aberta e fixação com parafusos sem cabeça (de anterior para posterior ou de posterior para anterior); artroplastia no idoso com cominução.
Na prova: o sinal do duplo crescente indica fratura do capítulo com extensão para a tróclea.
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