Na fratura da cabeça e colo do rádio, a “zona de segurança” de Smith para o uso de placa está localizada na superfície:
- lateral da cabeça do rádio com punho em neutro
- medial da cabeça do rádio com o punho em neutro
- lateral da cabeça do rádio com o antebraço supinado
- medial da cabeça do rádio com o antebraço supinado
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Zona de segurança é o setor não articular disponível para a placa. A cabeça do rádio articula com o capítulo pelo prato côncavo e com a ulna por parte de sua circunferência. O implante deve ocupar o setor que não participa desse contato, para não criar conflito e bloquear a pronossupinação.
Na referência do resumo, o setor é encontrado com o antebraço em rotação neutra, na face lateral da cabeça, cerca de dez graus anterior à linha média lateral. A posição neutra torna a referência reprodutível; se o antebraço gira, a posição da superfície radial em relação ao examinador também muda.
O gabarito usa a expressão “punho em neutro”. É importante não interpretá-la como simples ausência de flexão ou extensão do punho: o parâmetro anatômico do resumo é a rotação do antebraço. É possível manter o punho sem flexão e ainda pronar ou supinar, mudando a referência da cabeça radial.
Outra fonte de confusão é a pronação do acesso lateral, usada para proteção do interósseo posterior. Essa é uma medida de segurança nervosa; não muda a posição neutra descrita para marcar o setor não articular da placa.
Na Biblioteca, leia “Anatomia: a zona segura” e compare as referências de Smith e Hotchkiss com a recomendação de posição neutra. A leitura ajuda a separar segurança do implante, posição do antebraço e proteção nervosa durante o acesso.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo