Sobre as técnicas quantitativas de ressonância para avaliar a cartilagem articular, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- no mapeamento T2, os tempos são mais longos na zona profunda radial, por ser a mais ordenada.
- o T1 rho detecta interações macromoleculares envolvendo o proteoglicano, e seu prolongamento indica perda dele.
- no realce tardio por gadolínio, o contraste de carga positiva distribui-se na proporção direta dos glicosaminoglicanos.
- a ressonância com sódio dispensa bobinas especiais e já está disponível nos equipamentos clínicos de rotina.
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Conceito-chave
Medir a matriz antes do defeito
As técnicas quantitativas calculam valores de relaxamento relacionados a proteoglicano, orientação do colágeno e água livre, e servem como biomarcador da depleção precoce da matriz, antes do defeito visível.
| Técnica | O que mede | Como lê |
|---|---|---|
| Mapeamento T2 | colágeno e água livre, pixel a pixel | T2 curto na zona profunda (radial), ordenada; longo na transicional; prolongamento focal = desorganização |
| T1 rho | proteoglicano, por travamento de spin no plano transverso | ==prolongamento = perda de proteoglicano== |
| Realce tardio por gadolínio | proteoglicano | gadolínio-DTPA de carga negativa distribui-se em relação inversa à carga fixa dos glicosaminoglicanos; exercício leve e espera de 45 a 90 minutos |
| Sódio | proteoglicano, com íon de carga positiva natural | exige bobinas de sódio e espectroscopia multinuclear; só em pesquisa |
| Tempo de eco ultracurto (50 a 250 µs) | tendões, ligamentos, osso cortical, de T2 muito curto | exige gradientes de alto desempenho |
A lamina splendens, vista no joelho, geralmente não aparece no quadril nas intensidades clínicas.
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