Sobre a correlação entre os estágios da necrose avascular, a fisiopatologia e os achados da cintilografia óssea, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- no estágio I, há dor intensa e captação de MDP aumentada, pelo infarto ósseo em reparo.
- o estágio II corresponde ao colapso do segmento necrótico, com deformidade da cabeça femoral.
- no estágio III, há dor, achatamento da cabeça e sinal do crescente, com captação de MDP exacerbada.
- no estágio V, a captação normaliza, porque o reparo ósseo finalmente se completa.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Estágios com a cintilografia ao lado
| Estágio | Clínica | Fisiopatologia | Cintilografia |
|---|---|---|---|
| I | sem dor | infarto ósseo à histologia | fotopenia |
| II | assintomático a dor leve | contorno íntegro; osso novo entre trabéculas necróticas | captação de MDP aumentada |
| III | dor | achatamento e sinal do crescente: fratura no osso subcondral morto, reabsorção maior que reparo | captação exacerbada pela atividade celular |
| IV | dor maior que no III | colapso do segmento necrótico, deformidade, reparo ineficaz | captação exacerbada |
| V | dor persistente | cistos na cabeça e no acetábulo | captação persistentemente exacerbada |
O raciocínio
A cintilografia acompanha o metabolismo: fria enquanto o osso está morto e sem reparo; quente quando o reparo começa e permanece quente enquanto o reparo é ineficaz. O sinal do crescente é o marco mecânico: a reabsorção vence o reparo e o osso subcondral morto fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo