Sobre os sistemas de recobrimento metal-metal com mau desempenho e os dados do registro australiano de 2013 citados por Callaghan, é correto afirmar que:
- a artroplastia total metal-metal teve taxa cumulativa de revisão em 12 anos menor que a do recobrimento.
- todos os sistemas de recobrimento atenderam ao limite de 1% de revisão por ano até 10 anos.
- no sistema ASR, microestrutura mista, folga diametral próxima de 100 µm e cobertura acetabular reduzida ocorreram juntas.
- o mau desempenho dos sistemas concorrentes se deveu apenas à técnica cirúrgica, sem relação com o desenho ou o material.
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Conceito-chave
O que o registro mostrou
| Dado (registro australiano de 2013) | Valor |
|---|---|
| Revisão cumulativa em 12 anos, artroplastia total metal-metal | 18,6% |
| Revisão cumulativa em 12 anos, recobrimento | 11,2% |
| BHR, todas as patologias, 10 anos | 7,1%, a menor entre os recobrimentos |
| Sistemas de recobrimento que não atendiam ao limite de 1% ao ano até 10 anos | 6 de 10 |
Alguns produtos foram recolhidos por preocupações de segurança.
O padrão dos projetos que falharam
Três modificações apareciam repetidamente:
- Modificação parcial ou completa da microestrutura como fundida.
- Redução da folga e do ângulo convergente de entrada do fluido.
- Diminuição do ângulo de cobertura acetabular.
No ASR (Articular Surface Replacement), as três ocorreram juntas: microestrutura mista, folga diametral próxima de 100 µm e cobertura reduzida para acomodar o instrumental.
A sequência de falha: folga insuficiente reduz a entrada de lubrificante; cobertura menor diminui a tolerância ao posicionamento; inclinação ou versão inadequadas causam carregamento de borda, desgaste acelerado e mais partículas e íons. Material, desenho e técnica não podem ser avaliados isoladamente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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