Um serviço vai digitalizar radiografias antigas e analisar o desgaste do polietileno por detecção de bordas. Segundo Callaghan, sobre o controle de qualidade das imagens, é correto afirmar que:
- a compressão em formato JPEG é recomendada, por reduzir o tamanho dos arquivos sem perda de informação relevante.
- cópias de filmes podem ser digitalizadas sem prejuízo, desde que a resolução final seja de pelo menos 100 pontos por polegada.
- na incidência lateral, a cabeça femoral deve aparecer oval, sinal de que a placa ficou paralela ao feixe.
- filmes originais devem ser digitalizados com pelo menos 300 pontos por polegada, e estudos digitais exportados em DICOM.
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Conceito-chave
A imagem decide o método
Nenhum algoritmo compensa uma radiografia ruim: distorção geométrica, componente incompleto, baixa resolução ou perda de pixels podem tornar qualquer medida impossível.
Requisitos da radiografia
- O componente acetabular deve estar completamente visível.
- As AP da pelve devem ser comparáveis, com forames obturatórios simétricos; nos métodos que não corrigem a distorção, o acetábulo deve ocupar posição semelhante em todas.
- Na incidência lateral, a cabeça deve parecer circular, sinal de placa perpendicular ao feixe; cabeça oval introduz erro inaceitável na análise tridimensional.
Requisitos dos arquivos
- Evitar formatos com compressão destrutiva, como JPEG: a perda de pixels piora a detecção de bordas.
- Não digitalizar cópias de filmes.
- Digitalizar filmes originais com pelo menos 300 pontos por polegada, sem recorte nem compressão.
- Exportar estudos digitais no formato DICOM, que preserva a informação do centro do feixe útil para a correção geométrica.
Métodos tridimensionais detectam 5% a 10% mais desgaste que os bidimensionais, mas a lateral é difícil e pode reduzir a precisão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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