Sobre a forma de relatar o desempenho dos métodos de medição do desgaste, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- a acurácia tem método universal e padronizado de cálculo, o que facilita comparar diretamente as técnicas publicadas.
- a Sociedade Americana de Ensaios e Materiais recomenda apresentar separadamente o viés e a precisão do método.
- o coeficiente de repetibilidade de Bland e Altman corresponde à metade do desvio padrão da diferença entre duas medições.
- em um bom sistema, a variação introduzida pelo instrumento e pelo avaliador deve superar a variação clínica do desgaste.
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Conceito-chave
Como descrever um método de medida
| Grandeza | Como o capítulo a apresenta |
|---|---|
| Precisão (ASTM E177-90a) | expressa com 95% de confiança: ± t × √2 × desvio padrão das diferenças |
| Precisão (Bland e Altman) | ± t × desvio padrão das diferenças ÷ √n |
| Acurácia | não há método universal; a ASTM recomenda relatar viés e precisão separadamente |
| Erro padrão | raiz do erro quadrático médio, quando há dados brutos |
| Coeficiente de repetibilidade | duas vezes o desvio padrão da diferença entre duas medições nas mesmas condições |
Como os estudos publicam a acurácia de formas diferentes, comparar técnicas diretamente é difícil.
De onde vem o erro
A análise dos componentes de variância separa a parte da variação total que vem do instrumento, do observador e das diferenças reais entre pacientes. Num bom sistema, o erro do instrumento e do avaliador deve ser menor que a variação clínica do desgaste; senão, o método não distingue um paciente do outro. A repetibilidade pode ser intraobservador (o mesmo avaliador) ou interobservador (outro avaliador); a detecção automática de bordas reduz as duas fontes.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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