Paciente do sexo masculino sofreu queda de grande altura. A avaliação radiográfica demonstrou desvio vertical da hemipelve esquerda. A incidência radiográfica que mais contribui para esse diagnóstico é radiografia:
- da bacia inlet;
- da bacia outlet;
- da bacia em AP;
- do sacro em perfil;
- do quadril esquerdo oblíqua.
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Conceito-chave
Depois de uma queda de altura, uma hemipelve aparece mais alta que a outra. A incidência que melhor evidencia essa relação é a outlet, alternativa B: o feixe é inclinado em direção cefálica, mostrando a altura relativa dos elementos do anel e os forames sacrais.
Inlet e outlet respondem a perguntas diferentes. A inlet usa inclinação caudal e mostra rotação e translação anteroposterior; a outlet usa inclinação cefálica e ajuda a comparar alturas e avaliar sacro e forames. A AP dá a visão geral, mas a avaliação do deslocamento exige integrar as incidências, porque o desvio real combina vetores (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Radiografias”).
O capítulo distingue os 45 graus clássicos dos ângulos ideais encontrados num estudo tomográfico: aproximadamente 25 graus caudais para inlet e 60 graus cefálicos para outlet. A ideia decisiva não é confundir uma preferência de angulação com a direção do feixe.
Subida da hemipelve sugere perda importante do suporte posterior. A TC complementa a avaliação de qualquer fratura do anel e procura a lesão posterior que a AP pode subestimar. Na suspeita de dissociação espinopélvica, as reconstruções sagitais são especialmente importantes.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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