Sobre o polietileno reticulado com vitamina E difundida após a radiação, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- A vitamina E é misturada à resina antes da irradiação, o que aumenta a eficiência da reticulação.
- Após a difusão, o material é refundido acima de 140 °C e perde cristalinidade no resfriamento.
- Chegou ao quadril em 2007, mantém a cristalinidade e resiste mais à fadiga que o refundido.
- A vitamina E é hidrofílica, o que dificulta sua difusão por toda a espessura do polímero.
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Conceito-chave
O dilema do reticulado
Depois da radiação, sobram radicais livres que oxidam o polietileno. A solução clássica era refundir, o que elimina os radicais mas reduz a cristalinidade e a resistência à fadiga. A vitamina E trouxe outro caminho.
Como a vitamina E age
É um antioxidante: doa um átomo de hidrogênio ao radical livre, neutralizando-o, e forma um radical estável que não continua a reação. A cascata de oxidação para sem precisar refundir.
Difusão após a radiação (no quadril desde 2007)
- O polietileno é irradiado e reticulado.
- É mergulhado em vitamina E a cerca de 120 °C, abaixo da fusão (cerca de 140 °C).
- Como a vitamina E é hidrofóbica, ela se espalha facilmente pelo plástico, que também é hidrofóbico.
- Sem refundir, a cristalinidade é preservada.
| Resultado | Valor |
|---|---|
| Estabilidade contra oxidação | alta |
| Desgaste em simulador | cerca de 90% menor que o convencional |
| Fadiga | mais resistente que o refundido |
A alternativa: misturar antes
Misturar a vitamina E à resina antes da radiação protege contra oxidação, mas ela consome radicais durante a irradiação e reduz a eficiência da reticulação, exigindo doses maiores.
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