Sobre a luxação após artroplastia total do quadril, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- É a complicação mais comum, com taxas de 10% a 15% nos registros atuais de artroplastia.
- As posições de risco são flexão com rotação externa e extensão com rotação interna.
- Tanino mostrou que quadris instáveis engajam o colo na borda mais tarde em extensão com rotação externa.
- É a segunda complicação mais comum, após a soltura asséptica, com taxas de 0,7% a 8% nos registros.
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Conceito-chave
Por que a prótese luxa e o quadril natural não
O quadril natural raramente luxa: exige trauma de alta energia numa posição específica. Na artroplastia, vários estabilizadores são removidos ao mesmo tempo, como o lábio, parte da cápsula e a cabeça femoral grande, e a articulação fica bem menos estável.
Frequência
A luxação é a segunda complicação mais comum da artroplastia, atrás da soltura asséptica (perda da fixação sem infecção). Nos registros, varia de 0,7% a 8% após a primária.
O mecanismo de alavanca
A prótese luxa quando o colo bate na borda da copa e passa a funcionar como fulcro, o ponto de apoio de uma alavanca, levantando a cabeça para fora.
| Posição de risco | Direção da luxação | Exemplos |
|---|---|---|
| Flexão com rotação interna | posterior | sentar em cadeira baixa e girar o tronco, cruzar as pernas |
| Extensão com rotação externa | anterior |
O estudo de Tanino
Em quadris instáveis, o colo encosta na borda mais cedo em extensão com rotação externa, com cerca de 25 graus, contra 42 graus nos estáveis. Na flexão com rotação interna, o trocânter maior também pode bater no acetábulo e servir de fulcro.
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