Em relação ao uso de muletas no pós-operatório da artroplastia total do quadril, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- A marcha em dois pontos é a que mais reduz as forças e deve ser mantida por 3 meses.
- A marcha em três pontos reduz mais as forças, mas o benefício existe só no primeiro mês.
- A marcha em quatro pontos reduz 30% do primeiro pico e 17% do segundo pico de força.
- As muletas não alteram o momento fletor no colo nem o torque sobre a haste femoral.
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Conceito-chave
Por que muletas
No pós-operatório, as muletas reduzem a carga sobre a prótese enquanto os músculos se recuperam e o implante se integra. O padrão de marcha escolhido faz diferença.
| Padrão | Como é | Proteção |
|---|---|---|
| Três pontos | as duas muletas avançam junto com a perna operada; depois avança a perna sadia | a que mais descarrega |
| Dois pontos | cada muleta avança junto com a perna do lado oposto, como o balanço natural dos braços | menor, porém mais rápida e natural |
| Quatro pontos | cada muleta e cada perna avançam separadamente | lenta e estável |
Nos três pontos, as duas muletas recebem parte do peso no momento em que a perna operada está apoiada.
O que os dados mostram
A marcha em três pontos reduziu cerca de 17% do primeiro pico e 30% do segundo pico de força no quadril, além de diminuir o torque sobre a haste e o momento fletor no colo.
Por quanto tempo
O benefício apareceu só no primeiro mês. Depois disso, o paciente pode passar com segurança para a marcha em dois pontos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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