Segundo Callaghan, são situações em que um acesso alternativo ao anterior direto deve ser considerado, EXCETO:
- Necessidade prevista de acesso à coluna posterior.
- Deformidade acetabular menor secundária à displasia.
- Osteotomia trocantérica estendida já planejada.
- Placa lateral de parafuso deslizante a ser removida.
- Osteotomia subtrocantérica de encurtamento planejada.
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Conceito-chave
O limite da via anterior
O acesso anterior direto dá excelente visão do acetábulo, mas não é tão extensível quanto o posterolateral ou o lateral direto, e não alcança bem o acetábulo posterior. Quando o planejamento já prevê algo que exige essa extensão, Callaghan recomenda escolher outra via.
| Situação | Por que pede outra via |
|---|---|
| Trabalho na coluna posterior | a via anterior não a expõe adequadamente |
| Osteotomia trocantérica estendida planejada | exige acesso lateral amplo ao fêmur |
| Osteotomia subtrocantérica de encurtamento (displasias graves com luxação alta) | exige exposição femoral extensa |
| Placa lateral com parafuso deslizante a retirar | a mesma incisão lateral serve para retirar o material e operar, evitando duas incisões |
O que a via anterior resolve bem
| Situação | Por quê |
|---|---|
| Deformidades acetabulares menores (displasia, trauma antigo) | a visão anterior do acetábulo é ótima |
| Parafusos canulados ou haste cefalomedular | podem ser retirados por via percutânea antes da artroplastia anterior |
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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