No preparo femoral da técnica minimamente invasiva pelo intervalo de Watson-Jones, segundo Callaghan, é correto afirmar que:
- Fresar o aspecto interno do trocânter maior previne o posicionamento em varo da haste femoral.
- A perna fica em flexão, abdução e rotação interna, na posição em quatro, durante toda a brocagem femoral.
- Hastes cilíndricas retas facilitam a instrumentação e são as preferidas neste acesso.
- O Hohmann na fossa piriforme serve para deprimir o fêmur, afastando-o do acetábulo.
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Conceito-chave
Trazer o fêmur para a incisão
Na técnica minimamente invasiva pelo intervalo de Watson-Jones, preparar o canal do fêmur é a etapa mais difícil, porque o fêmur precisa ser apresentado numa incisão pequena.
Posição: perna na bolsa estéril, atrás da mesa, em extensão, adução e rotação externa. Essa combinação faz o fêmur proximal girar e subir para a frente, apresentando o canal.
Os passos
- Hohmann na fossa piriforme, atrás do trocânter: eleva o fêmur para a frente e afasta os abdutores.
- Se o fêmur não sobe o suficiente, libera-se a cápsula posterossuperior a partir do ponto em sela.
- O canal é aberto com um instrumento curvo.
- Fresar o aspecto interno do trocânter maior para evitar a haste em varo.
- Hastes cônicas facilitam essa via; cilíndricas retas podem ser usadas, mas exigem exposição maior.
O risco do varo
O trocânter maior fica no caminho da entrada em linha reta do canal. Se nada for feito, a haste tende a entrar inclinada, com a ponta indo para lateral e o colo para medial: posição em varo. Fresar o interior do trocânter abre caminho lateral para a haste entrar alinhada com o eixo do fêmur.
| Posição | Etapa |
|---|---|
| Extensão, adução e rotação externa | preparo femoral |
| Em quatro (flexão, abdução e rotação externa) | corte final do colo |
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