Na dissecção profunda do acesso posterior descrita pelos autores no Callaghan, são etapas corretas as abaixo, EXCETO:
- Liberar parcialmente o tendão do glúteo máximo, deixando um coto de tendão para o reparo.
- Colocar Hohmann curvo entre glúteo médio e mínimo para achar o piriforme.
- Destacar rotadores externos curtos e cápsula posterior em camada única.
- Fazer a capsulotomia inferior às 9 horas, refletindo o envelope anteriormente.
- Liberar o quadrado femoral até que o trocânter menor esteja bem exposto.
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Conceito-chave
A dissecção profunda passo a passo
Depois de abrir pele e fáscia, a dissecção profunda precisa expor a articulação, proteger o nervo isquiático e preservar tecido para o reparo, que é o que previne a luxação.
- Afastador de Charnley e abertura da bursa trocantérica.
- Liberação parcial do tendão do glúteo máximo, deixando coto para reparo, para que ele não comprima o isquiático no preparo do fêmur.
- Hohmann curvo entre os glúteos médio e mínimo, que revela o tendão do piriforme, escondido sob o glúteo médio.
- Rotação interna do quadril, que tensiona rotadores e cápsula.
- Destacar os rotadores externos curtos (piriforme, gêmeo superior, obturador interno, gêmeo inferior) e a cápsula posterior em camada única, preservando o comprimento para o fechamento.
- Capsulotomia inferior às 5 horas e envelope refletido posteriormente, para ficar entre o campo e o nervo.
- Coagular os ramos terminais da circunflexa femoral medial.
- Liberar o quadrado femoral até expor bem o trocânter menor.
A lógica do envelope
O conjunto de cápsula e rotadores, mantido como uma única camada e rebatido para trás, faz duas coisas: protege o isquiático durante a cirurgia e depois é reinserido no trocânter, restaurando a barreira posterior contra a luxação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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