Na fratura complexa do acetábulo, segundo LETOURNEL, o tipo mais frequente é
- em T.
- dupla coluna.
- transverso com parede posterior.
- coluna anterior com hemitransversa posterior.
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Conceito-chave
Entre as fraturas associadas, chamadas de complexas no enunciado, o padrão mais frequente da tabela é ambas as colunas, alternativa B, com cerca de 23%. A parede posterior lidera o conjunto geral, mas é elementar e não participa das opções.
Em ambas as colunas, nenhuma superfície articular permanece ligada ao ílio intacto. Isso a distingue da transversa, da T e da anterior com hemitransversa posterior, que também cruzam as duas colunas, mas deixam parte do teto presa ao osso intacto (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Classificação de Letournel”).
A transversa com parede posterior vem perto, com cerca de 20%. Em T e anterior com hemitransversa aparecem com aproximadamente 7% cada. A frequência ajuda na comparação pedida, mas não substitui reconhecer o traço em um paciente.
A palavra do grupo importa. “Mais comum” no acetábulo e “associada mais comum” não são a mesma pergunta; a resposta depende de quais padrões estão sendo comparados.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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