No exame físico do quadril, os sintomas da síndrome do músculo piriforme são exacerbados pela realização de movimentos passivos de
- adução e rotação interna.
- adução e rotação externa.
- abdução e rotação interna.
- abdução e rotação externa.
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Conceito-chave
A síndrome do piriforme é a compressão ou irritação do nervo isquiático (ciático) pelo músculo piriforme, na região glútea. O paciente sente dor na nádega que pode descer pela parte posterior da coxa, piora ao ficar muito tempo sentado e costuma não ter os sinais de hérnia de disco lombar.
Para provocar os sintomas no exame, a ideia é esticar o piriforme, apertando o nervo. O piriforme é um rotador externo e, com o quadril em extensão, também abdutor. Portanto, ele é alongado pelos movimentos opostos: adução e rotação interna.
As manobras clássicas:
FAIR (flexão, adução e rotação interna): paciente deitado de lado, quadril fletido, o examinador leva a perna em adução e rotação interna passivamente. Reproduzir a dor glútea é positivo;
Freiberg: rotação interna passiva do quadril estendido;
Pace: abdução e rotação externa contra resistência. Aqui o músculo contrai, em vez de ser alongado, e a dor também aparece. Repare que é ativo e resistido, não passivo.
Na prova: na síndrome do piriforme, os movimentos passivos que pioram a dor são adução e rotação interna, que alongam o músculo.
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