A complicação tardia mais frequente após a fratura-luxação posterior do quadril é a
- artrose.
- necrose avascular.
- ossificação heterotópica.
- paralisia do nervo isquiático.
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Conceito-chave
Depois de uma fratura-luxação posterior, a complicação tardia mais frequente da lista é a artrose pós-traumática, alternativa A. A necrose da cabeça é importante e temida, mas não deve receber automaticamente a liderança de frequência.
A articulação depende de uma superfície congruente. Uma fratura mal reduzida deixa a cabeça trabalhar contra uma superfície irregular; o resumo relaciona a artrose sobretudo à qualidade da redução e também à lesão da cabeça no impacto. Reduções mais precisas têm menos artrose e aparecimento mais tardio (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Artrose pós-traumática e necrose”).
Necrose e artrose podem coexistir, mas não são sinônimos. Necrose pode levar à degeneração, porém parte da artrose atribuída a ela decorre do desgaste contra uma superfície mal reconstruída. Reconhecer essa diferença evita reduzir todo mau resultado a um problema vascular.
Ossificação e lesão nervosa trazem outras perdas funcionais. Sua importância clínica não muda a comparação: neste contexto, a artrose é apontada como a principal complicação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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