Na osteíte púbica, em caso de falha do tratamento clínico, indica-se a intervenção cirúrgica após um período de, no mínimo,
- 3 meses.
- 6 meses.
- 9 meses.
- 12 meses.
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Conceito-chave
A osteíte púbica é uma inflamação não infecciosa da sínfise púbica, a articulação que une os dois ossos do púbis na frente da pelve. Ela aparece por sobrecarga repetida: atletas que chutam, correm e mudam de direção (futebol é o exemplo clássico), mulheres no pós-parto e pacientes após cirurgias pélvicas ou urológicas.
Como se apresenta: dor na região da sínfise, que pode irradiar para a virilha, a parte interna da coxa (região dos adutores) e o abdome baixo. A dor piora ao correr, chutar ou fazer abdominais. A palpação da sínfise é dolorosa.
Exames: a radiografia pode mostrar irregularidade, esclerose e alargamento da sínfise nos casos mais antigos. A ressonância mostra edema ósseo dos dois lados da sínfise já nas fases iniciais.
Tratamento: é essencialmente conservador e a maioria melhora com ele. Inclui repouso relativo do esporte, anti-inflamatórios, fisioterapia com reequilíbrio entre musculatura abdominal e adutora e, em alguns casos, infiltração com corticoide.
Quando operar: só depois de pelo menos 6 meses de tratamento clínico bem feito sem melhora. As opções cirúrgicas incluem curetagem ou ressecção em cunha da sínfise e, mais raramente, artrodese.
Na prova: osteíte púbica é tratada de forma conservadora, e a cirurgia só entra após falha de no mínimo 6 meses.
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