Na fratura do colo femoral, as imagens A e B ilustram, respectivamente, os parâmetros intraoperatórios de qualidade da redução correspondentes aos índices de alinhamento de

- LOWELL e GARDEN.
- GARDEN e LOWELL.
- LOWELL e WINTER.
- GARDEN e WINTER.
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Conceito-chave
Na imagem A, as faixas azuis acompanham os contornos da cabeça e do colo, desenhando curvas suaves em S nas duas projeções: é o sinal de Lowell. Na B, as linhas formam medidas angulares no AP e no perfil, com referências de 160 e 180 graus: é o índice de alinhamento de Garden.
Lowell permite perceber a continuidade das corticais. Uma curva suave sugere bom alinhamento; achatamento de um lado e ângulo agudo do outro sugerem deformidade residual. Garden compara as trabéculas compressivas da cabeça com a cortical medial da diáfise, e não simplesmente o eixo do colo com a diáfise. É por isso que os valores não correspondem ao ângulo cervicodiafisário habitual (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Como medir a redução: Garden e Lowell”).
A imagem B também desenha valores menores, 140 no AP e 150 no perfil, que contrastam com as referências. O resumo relata bons resultados entre 155 e 180 em cada incidência. Reconhecer a medida permite julgar o desvio, em vez de decorar apenas o nome. Compare as duas formas de leitura no resumo da Biblioteca.
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