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Questão de Fraturas do quadril e do acetábulo (OrtoQuestões Simulados, padrão Fellowship Quadril)

QuadrilFraturas do quadril e do acetábuloOrtoQuestões Simulados, padrão Fellowship Quadril

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova Fellowship Quadril. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

A classificação de Boyd e Griffin descreve subtipos de fraturas transtrocantéricas (intertrocantéricas) do fêmur, conforme o padrão do traço de fratura. Em relação ao tipo de fratura transtrocantérica instável caracterizado por obliquidade REVERSA do traço de fratura, segundo essa classificação, é correto afirmar que corresponde ao tipo

  1. I.
  2. II.
  3. III.
  4. IV.
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Gabarito: C · III.

Conceito-chave

As fraturas transtrocantéricas (intertrocantéricas) atravessam a região entre o trocânter maior e o menor. São típicas do idoso com osteoporose após queda. O mais importante na avaliação é saber se a fratura é estável ou instável, porque isso define o implante.

A classificação de Boyd e Griffin tem quatro tipos:

tipo I: traço simples ao longo da linha intertrocantérica, sem cominuição. É estável;

tipo II: traço principal intertrocantérico com cominuição (vários fragmentos). Fica instável quando a cominuição atinge a parede posteromedial (o calcar);

tipo III: traço basicamente subtrocantérico, passando pelo trocânter menor ou logo abaixo dele, com obliquidade reversa. É instável;

tipo IV: a fratura se estende para a diáfise em pelo menos dois planos, muitas vezes em espiral. Também instável.

O que é obliquidade reversa: na fratura trocantérica comum, o traço vai de cima e lateral para baixo e medial. Na obliquidade reversa, ele vai de baixo e lateral para cima e medial. Isso muda tudo: a força muscular tende a puxar a diáfise para medial, e o parafuso deslizante de quadril (DHS), que comprime ao longo do colo, faz o fragmento escorregar em vez de comprimir. Por isso essas fraturas são tratadas com haste cefalomedular. Na classificação AO/OTA, correspondem ao grupo 31A3.

Na prova: obliquidade reversa é o tipo III de Boyd e Griffin, instável, tratada com haste cefalomedular.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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