Todos os itens a seguir são descritos como fatores de risco associados à fratura atípica do fêmur, EXCETO:
- sexo feminino.
- etnia asiática.
- arqueamento femoral, pela maior força tênsil gerada na cortical lateral.
- aumento do offset entre a cabeça e o colo femoral.
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Conceito-chave
A fratura atípica do fêmur é uma fratura especial, associada principalmente ao uso prolongado de bisfosfonatos (remédios para osteoporose). Ela começa na parede de fora (cortical lateral) do fêmur, onde o osso sofre tensão.
Fatores de risco:
remédios: bisfosfonatos, principalmente depois de 3 a 5 anos de uso; também o denosumabe, o corticoide e os inibidores da bomba de prótons (remédios para o estômago);
do paciente: sexo feminino e etnia asiática;
da forma do fêmur: o fêmur arqueado (curvo), o colo em varo e o fêmur curto.
Por que a forma do fêmur importa? Um fêmur arqueado e um colo em varo aumentam a tensão na parede de fora do osso. Como a fratura atípica começa justamente ali, essa tensão maior favorece o seu aparecimento. Isso também explica, em parte, o risco maior em asiáticos, que tendem a ter o fêmur mais arqueado.
O que não é fator de risco: o aumento do offset entre a cabeça e o colo (a folga entre a cabeça e o colo) não aparece entre os fatores descritos para a fratura atípica. Essa medida é usada para avaliar o impacto femoroacetabular, e não esta fratura.
Prevenção: em pacientes de risco moderado, fazer uma pausa no bisfosfonato depois de 3 a 5 anos ("férias do remédio"), e investigar com radiografia do fêmur inteiro e ressonância qualquer dor na coxa em usuários de longo prazo.
Na prova: a exceção entre os fatores de risco da fratura atípica é o aumento do offset cabeça-colo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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