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Questão de Fraturas periprotéticas do quadril (OrtoQuestões Simulados, padrão Fellowship Quadril)

QuadrilFraturas periprotéticas do quadrilOrtoQuestões Simulados, padrão Fellowship Quadril

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova Fellowship Quadril. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

A classificação clássica (de Vancouver) para as fraturas periprotéticas do fêmur após artroplastia total do quadril foi atualizada, segundo Callaghan, com a inclusão de dois tipos adicionais aos tradicionais A, B e C. Esses dois tipos adicionais correspondem a

  1. fratura interprotética, localizada entre uma artroplastia total do quadril e uma artroplastia total do joelho ipsilateral (tipo D), e fratura da pelve associada após a artroplastia do quadril (tipo E).
  2. subtipos adicionais de fratura ao redor da haste, diferenciando apenas o grau de cominuição (tipos D e E).
  3. fratura do colo femoral contralateral (tipo D) e fratura do acetábulo isolada (tipo E).
  4. fratura da diáfise tibial ipsilateral (tipo D) e fratura do platô tibial (tipo E).
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Gabarito: A · fratura interprotética, localizada entre uma artroplastia total do quadril e uma artroplastia total do joelho ipsilateral (tipo D), e fratura da pelve associada após a artroplastia do quadril (tipo E).

Conceito-chave

A classificação de Vancouver é a mais usada para as fraturas do fêmur ao redor de uma prótese de quadril. Ela tem três tipos clássicos:

A: fratura das apófises, ou seja, do trocânter maior ou do menor;

B: fratura no leito do implante, ao redor da haste. Divide-se em B1 (haste firme), B2 (haste solta, osso bom) e B3 (haste solta, osso ruim);

C: fratura distante do implante, abaixo da ponta da haste.

Com o tempo, o mesmo raciocínio foi ampliado para todas as articulações na Classificação Unificada (UCS), que acrescentou novos tipos:

D: fratura interprotética: o osso quebra entre duas próteses. Por exemplo, o fêmur de um paciente com prótese de quadril e de joelho do mesmo lado, que fratura no trecho entre a ponta da haste do quadril e o componente do joelho;

E: fratura de dois ossos que sustentam a mesma prótese. Por exemplo, a bacia e o fêmur fraturados no mesmo paciente com prótese de quadril;

F: fratura do osso que se articula com uma hemiartroplastia (por exemplo, o acetábulo de um paciente com prótese parcial).

A fratura interprotética (D) é tratada com uma placa longa que faz ponte entre os dois implantes, cobrindo-os, para não deixar um trecho de osso livre que concentre tensão. Se algum implante estiver solto, é preciso revisá-lo.

Na prova: os dois tipos acrescentados à Vancouver são o D (interprotética, entre uma prótese de quadril e uma de joelho) e o E (fratura da pelve associada após a prótese de quadril).

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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