Segundo os valores de referência mais citados para o posicionamento dos componentes na artroplastia total do quadril, a soma da anteversão femoral e da anteversão acetabular — a chamada anteversão combinada — deve situar-se, em média, próxima de
- 15 graus, podendo variar de 5 a 25 graus.
- 25 graus, podendo variar de 15 a 35 graus.
- 35 graus, podendo variar de 25 a 50 graus.
- 50 graus, podendo variar de 40 a 70 graus.
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Conceito-chave
Na artroplastia do quadril, os dois componentes têm uma anteversão, ou seja, uma inclinação para a frente:
a anteversão femoral: o quanto o colo da haste aponta para a frente;
a anteversão acetabular: o quanto a taça está virada para a frente.
A anteversão combinada é a soma das duas. O que importa para a estabilidade não é cada uma isoladamente, mas o conjunto.
Valores de referência mais citados:
anteversão femoral: cerca de 5° a 15°;
anteversão acetabular: cerca de 10° a 20°;
anteversão combinada: em média cerca de 35°, com uma faixa aceitável de 25° a 50°.
Por que importa?
anteversão combinada baixa: em flexão (como ao sentar e cruzar as pernas), o colo bate na frente e a cabeça sai por trás. Resultado: luxação posterior;
anteversão combinada alta: em extensão com rotação externa, o colo bate atrás e a cabeça sai pela frente. Resultado: luxação anterior.
Técnica "femur first": alguns cirurgiões colocam primeiro a haste, medem a anteversão dela, e depois ajustam a posição da taça para que a soma fique na faixa ideal.
Além da versão, a estabilidade depende da inclinação da taça, do movimento da coluna e da bacia, do tamanho da cabeça e do offset.
Na prova: a anteversão combinada deve ficar em torno de 35°, variando de 25° a 50°.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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