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Questão de Fraturas do quadril e do acetábulo (ENARE R4 Ortopedia 2024)

QuadrilFraturas do quadril e do acetábuloENARE R4 Ortopedia 2024

Para a avaliação da qualidade da redução das fraturas desviadas do colo do fêmur, Garden descreveu um índice que se baseia na avaliação do ângulo formado pelo eixo central do sistema trabecular medial da cabeça do fêmur e o eixo da cortical medial do fêmur nas radiografias pós-operatórias em AP e lateral. Normalmente, esses ângulos devem ser de

  1. 135 graus na incidência em AP.
  2. 125 graus na incidência em AP.
  3. 160 graus na incidência em AP.
  4. 135 graus na incidência lateral.
  5. 150 graus na incidência lateral.
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Gabarito: C · 160 graus na incidência em AP.

Conceito-chave

O índice de Garden da redução não é o ângulo entre o colo e a diáfise. Ele compara o eixo das trabéculas compressivas da cabeça com a cortical medial da diáfise. A referência é cerca de 160 graus no AP e 180 graus no perfil; portanto, a opção correta é 160 graus no AP.

Essa diferença de linhas explica a armadilha dos valores em torno de 125 a 135 graus, próximos da geometria cervicodiafisária, mas não da medida trabecular perguntada. É preciso identificar as duas linhas antes de escolher o número (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Como medir a redução: Garden e Lowell”).

O alinhamento é avaliado em duas incidências porque um AP aceitável não exclui deformidade no perfil. O capítulo também descreve o sinal de Lowell: curvas corticais suaves em S na junção cabeça-colo, e não outro nome para o índice trabecular. A finalidade é reconhecer uma redução inadequada antes de fixá-la.

Leia essa seção no resumo da Biblioteca comparando os desenhos das medidas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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