Na osteonecrose da cabeça do fêmur, o sinal radiográfico patognomônico é o
- da linha simples.
- da linha dupla.
- da esclerose.
- do crescente.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na osteonecrose da cabeça do fêmur, uma área de osso morre por falta de sangue. Vários sinais podem aparecer nos exames, mas um deles é considerado patognomônico na radiografia, ou seja, praticamente só aparece nessa doença: o sinal do crescente.
O que é o sinal do crescente: uma linha escura (radiolucente) em forma de meia-lua, logo abaixo da cartilagem, na parte de cima e da frente da cabeça. Ela representa uma fratura do osso subcondral (o osso logo abaixo da cartilagem), que se descola do osso morto embaixo. É mais bem vista na radiografia de perfil, com a perna na posição de "rã". Indica que a cabeça está prestes a afundar.
Os outros sinais:
sinal da linha dupla: aparece na ressonância, e não na radiografia. É uma linha dupla (uma clara e uma escura) na fronteira entre o osso morto e o osso que está tentando se reparar. É muito característico, mas é um sinal de ressonância;
esclerose e cistos: aparecem na radiografia na fase de reparo, mas são inespecíficos: podem surgir também em artrose, tumores e infecção;
"linha simples" não é um sinal descrito.
Nas classificações, o crescente marca o início do colapso: é a fase III de Ficat e Arlet e a fase de fratura subcondral nas classificações mais recentes.
Na prova: o sinal radiográfico patognomônico da osteonecrose da cabeça do fêmur é o do crescente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo