O teste do flamingo é realizado com o paciente em
- pé.
- decúbito dorsal.
- decúbito ventral.
- decúbito lateral.
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Conceito-chave
O teste do flamingo (ou incidência do flamingo) avalia a instabilidade da sínfise púbica, a articulação da frente da bacia, onde os dois ossos púbicos se encontram.
Como se faz:
o paciente fica em pé, apoiado em uma perna só, como um flamingo;
faz-se uma radiografia de frente da bacia nessa posição;
depois o paciente troca de perna, e faz-se outra radiografia.
O que se mede: o degrau vertical entre os dois ramos superiores do púbis. Quando o peso fica numa perna só, a carga é assimétrica. Se a sínfise estiver instável, um púbis sobe ou desce em relação ao outro. Uma diferença maior que 2 mm entre as duas radiografias indica instabilidade.
Onde o teste é usado:
na osteíte púbica e na pubalgia de atletas;
em sequelas de lesões do anel da bacia e na instabilidade depois do parto;
junto com a avaliação da articulação sacroilíaca.
Por que precisa ser em pé? Porque é a carga assimétrica do apoio numa perna só que revela a instabilidade. Deitado, não há carga.
A posição de outros testes do quadril: o Trendelenburg também é feito em pé, numa perna só; o Ober, deitado de lado; Thomas, FADIR e FABER, deitado de barriga para cima; e o Ely, de barriga para baixo.
Na prova: o teste do flamingo é feito com o paciente em pé.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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