A osteoporose transitória do quadril ocorre mais comumente em
- gestantes no terceiro trimestre.
- mulheres com mais de 45 anos.
- homens de meia-idade.
- homens jovens.
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Conceito-chave
A osteoporose transitória do quadril é uma condição em que a cabeça e o colo do fêmur desenvolvem um edema da medula óssea que melhora sozinho em alguns meses. Apesar do nome, não é a osteoporose comum da idade.
Quem tem: dois grupos clássicos:
gestantes no último trimestre da gravidez;
homens de meia-idade.
Em número absoluto, muitas séries mostram mais homens do que gestantes (veja o alerta), mas a associação com a gravidez é a mais cobrada em prova.
Como se manifesta: dor no quadril que aparece em pouco tempo, sem trauma, fazendo o paciente mancar e limitando o movimento. A radiografia é normal no início e só mostra perda de densidade do osso semanas depois. A ressonância mostra um edema difuso e uniforme, que vai da cabeça até o colo, sem a linha de demarcação típica da osteonecrose.
A diferença com a osteonecrose é importante: na osteonecrose, a lesão é localizada, com uma linha que separa o osso morto, e a doença tende a piorar até a cabeça afundar. Na osteoporose transitória, o edema é difuso e tudo se resolve em 6 a 12 meses.
Tratamento: tirar carga do quadril (muletas) e analgesia. O cuidado principal é evitar uma fratura do colo no osso temporariamente enfraquecido. O quadro pode voltar em outra articulação, o que se chama osteoporose regional migratória.
Na prova: o gabarito aponta as gestantes no terceiro trimestre como o grupo mais comum.
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