Na síndrome do impacto isquiofemoral o músculo que no estudo de ressonância magnética apresenta sinais de edema é o
- gêmeo superior.
- piriforme.
- quadrado femoral.
- obturador externo.
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Conceito-chave
O impacto isquiofemoral é uma causa de dor na parte de trás e de baixo da nádega. Ele acontece quando o espaço entre o ísquio (o osso em que nos sentamos) e o trocânter menor (a saliência na face interna do fêmur) fica estreito demais.
Por esse espaço passa o músculo quadrado femoral, um pequeno rotador do quadril. Quando o espaço se estreita, o músculo fica espremido entre os dois ossos. Na ressonância, ele mostra edema e, às vezes, atrofia ou ruptura.
Medidas na ressonância: o espaço isquiofemoral (do ísquio ao trocânter menor) é considerado estreito quando fica abaixo de cerca de 15 a 17 mm.
Quem tem: é mais comum em mulheres e em pessoas com o colo do fêmur mais vertical (coxa valga) ou com anteversão aumentada. Também pode aparecer depois de fraturas, osteotomias ou próteses que mudaram a anatomia.
Quadro clínico: dor na parte baixa da nádega, às vezes irradiando pela coxa, o que faz confundir com a síndrome do piriforme ou com problemas da coluna. Um teste útil é o da marcha com passo longo: a dor aparece quando o paciente dá passos largos (o quadril estende mais) e alivia com passos curtos.
Tratamento: fisioterapia e infiltração guiada por imagem. Nos casos que não melhoram, pode-se retirar parte do trocânter menor para abrir o espaço.
Na prova: no impacto isquiofemoral, o músculo com edema na ressonância é o quadrado femoral.
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