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Questão de Imagem do quadril (CET-PR)

QuadrilImagem do quadrilCET-PR

Na avaliação da radiografia em AP da bacia, o ângulo que sugere displasia do quadril, quando maior que 10 graus, é o

  1. centro borda anterior.
  2. centro borda lateral.
  3. TONNIS.
  4. alfa.
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Gabarito: C · TONNIS.

Conceito-chave

Na displasia do quadril do adulto, o acetábulo é raso e cobre mal a cabeça do fêmur. Várias medidas na radiografia avaliam essa cobertura. A questão pede a que indica displasia quando passa de 10°: o ângulo de Tönnis.

O ângulo de Tönnis mede a inclinação do teto do acetábulo, a parte que sustenta o peso:

a referência é uma linha horizontal que liga as duas gotas de lágrima;

a outra linha vai do ponto mais interno da área mais densa do teto (o "sourcil", que é a zona de carga) até o ponto mais externo do acetábulo.

Valores:

entre 0° e 10°: normal;

acima de 10°: o teto está inclinado demais, displasia;

abaixo de 0°: o teto está horizontal demais, sugerindo cobertura excessiva (impacto do tipo pincer).

Outras medidas de cobertura:

ângulo centro-borda lateral (de Wiberg), no AP: sugere displasia quando é menor que 20° a 25°, e cobertura excessiva quando passa de 40°;

ângulo centro-borda anterior (de Lequesne), medido no falso perfil: sugere displasia quando é menor que 20°;

índice de extrusão da cabeça: quanto da cabeça fica para fora do acetábulo.

O ângulo alfa é diferente: ele mede a giba do fêmur no impacto tipo came, e não a cobertura do acetábulo.

Na prova: o ângulo de Tönnis acima de 10° sugere displasia do quadril.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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