Na avaliação da radiografia em AP da bacia, o ângulo que sugere displasia do quadril, quando maior que 10 graus, é o
- centro borda anterior.
- centro borda lateral.
- TONNIS.
- alfa.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na displasia do quadril do adulto, o acetábulo é raso e cobre mal a cabeça do fêmur. Várias medidas na radiografia avaliam essa cobertura. A questão pede a que indica displasia quando passa de 10°: o ângulo de Tönnis.
O ângulo de Tönnis mede a inclinação do teto do acetábulo, a parte que sustenta o peso:
a referência é uma linha horizontal que liga as duas gotas de lágrima;
a outra linha vai do ponto mais interno da área mais densa do teto (o "sourcil", que é a zona de carga) até o ponto mais externo do acetábulo.
Valores:
entre 0° e 10°: normal;
acima de 10°: o teto está inclinado demais, displasia;
abaixo de 0°: o teto está horizontal demais, sugerindo cobertura excessiva (impacto do tipo pincer).
Outras medidas de cobertura:
ângulo centro-borda lateral (de Wiberg), no AP: sugere displasia quando é menor que 20° a 25°, e cobertura excessiva quando passa de 40°;
ângulo centro-borda anterior (de Lequesne), medido no falso perfil: sugere displasia quando é menor que 20°;
índice de extrusão da cabeça: quanto da cabeça fica para fora do acetábulo.
O ângulo alfa é diferente: ele mede a giba do fêmur no impacto tipo came, e não a cobertura do acetábulo.
Na prova: o ângulo de Tönnis acima de 10° sugere displasia do quadril.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo