Na semiologia do quadril, os testes utilizados para avaliar dor no músculo piriforme são
- ELY e PHELPS.
- PACE e PHELPS.
- ELY e FREIBERG.
- PACE e FREIBERG.
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Conceito-chave
A síndrome do piriforme é a compressão do nervo isquiático (ciático) pelo músculo piriforme, na parte de trás do quadril. O paciente sente dor na nádega, às vezes irradiada pela coxa, que piora sentado. Os testes clínicos tentam reproduzir essa dor de duas maneiras:
Teste de Pace (ativo): o paciente fica sentado e tenta abrir as pernas e girá-las para fora (abdução e rotação externa) contra a resistência do examinador. Ao se contrair, o piriforme aumenta de volume e comprime o nervo.
Teste de Freiberg (passivo): com o paciente deitado e o quadril esticado, o examinador gira a perna para dentro com força. A rotação interna estica o piriforme sobre o nervo.
Outros testes do piriforme: o FAIR (flexão, adução e rotação interna, passivo) e o Beatty (abdução deitado de lado, ativo).
Os testes das alternativas erradas avaliam outras coisas:
Ely: avalia o encurtamento do reto femoral (parte do quadríceps). O paciente fica de barriga para baixo; quando o examinador dobra o joelho dele, a bacia se levanta da mesa se o músculo estiver curto;
Phelps: avalia o encurtamento do grácil, um músculo da parte de dentro da coxa. A abertura da coxa é limitada com o joelho esticado e melhora quando o joelho dobra.
Na prova: os testes do piriforme são Pace (ativo) e Freiberg (passivo).
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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