O melhor exame para diferenciar a necrose asséptica da cabeça do fêmur e a osteoporose transitória do quadril é a:
- Cintilografia óssea
- Ressonância magnética
- Tomografia computadorizada
- Angiografia digital
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Conceito-chave
A osteonecrose (necrose asséptica, ou avascular) da cabeça do fêmur e a osteoporose transitória do quadril podem começar de forma muito parecida: dor no quadril, radiografia inicial quase normal e edema dentro do osso. Mas a evolução é muito diferente: a osteoporose transitória melhora sozinha, enquanto a osteonecrose pode levar ao afundamento da cabeça e à artrose. Por isso é tão importante diferenciá-las cedo.
O exame que diferencia é a ressonância magnética:
na osteonecrose, ela mostra uma lesão localizada, na região de carga da cabeça, cercada por uma linha de demarcação sinuosa (às vezes com aspecto de "duplo halo");
na osteoporose transitória, ela mostra um edema difuso e uniforme, que ocupa a cabeça e desce pelo colo até a região do trocânter, sem linha de demarcação.
Os outros exames ajudam menos:
a cintilografia mostra aumento de captação nas duas doenças, sem desenhar a lesão;
a tomografia vê bem o osso e o afundamento já instalado, mas não mostra o edema;
a radiografia só se altera tarde.
A ressonância tem outras vantagens: detecta a osteonecrose bem no começo, quando a radiografia ainda é normal, avalia o outro quadril (a osteonecrose sem trauma é muitas vezes bilateral) e mede o tamanho da lesão, o que ajuda a prever a evolução.
Na prova: o melhor exame para diferenciar a osteonecrose da osteoporose transitória é a ressonância magnética.
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