Em relação ao exame físico do quadril, o
- teste de THOMAS avalia contratura em flexão do quadril
- sinal do “C” é indicativo da síndrome de dor pertrocanteriana
- teste de impacto anterior é executado em 90º de flexão, adução e rotação externa
- teste de OBER positivo com quadril em extensão refere contratura do glúteo máximo
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Conceito-chave
A questão reúne quatro testes do exame do quadril. Vale conhecer cada um:
Teste de Thomas: avalia a contratura em flexão do quadril, ou seja, se o quadril não consegue esticar por completo. O paciente fica deitado e dobra ao máximo um dos quadris até o peito. Isso apaga a curvatura da coluna lombar, que costuma esconder a contratura. Se a coxa do outro lado sai da mesa, há contratura em flexão nesse quadril, e o ângulo da coxa mostra quanto. É útil na artrose, na paralisia cerebral e nas sequelas de infecção.
Sinal do "C": o paciente mostra onde dói segurando o quadril com a mão em forma de C, com o polegar atrás e os dedos na virilha. Apesar de a mão abraçar a região do trocânter, esse gesto indica dor dentro da articulação (intra-articular).
Teste de impacto anterior (FADIR): flexão de 90°, adução e rotação interna. A dor sugere impacto femoroacetabular ou lesão do lábio.
Teste de Ober: o paciente fica deitado de lado, e o examinador leva a perna de cima para trás e para fora e depois a solta. Se a perna não desce, há retração da banda iliotibial e do músculo tensor da fáscia lata.
Na prova: o teste de Thomas avalia a contratura em flexão do quadril.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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