O teste de FREIBERG para avaliação da síndrome do piriforme é realizado de forma
- ativa com o membro inferior em rotação interna
- ativa com o membro inferior em rotação externa
- passiva com o membro inferior em rotação interna
- passiva com o membro inferior em rotação externa
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Conceito-chave
A síndrome do piriforme é a compressão do nervo isquiático (ciático) pelo músculo piriforme, na parte de trás do quadril. Os testes clínicos tentam reproduzir a dor de duas formas: esticando o músculo (testes passivos) ou fazendo o paciente contraí-lo contra resistência (testes ativos).
O teste de Freiberg:
o paciente fica deitado de barriga para cima, com o quadril esticado e relaxado;
o examinador gira a perna para dentro com força (rotação interna passiva).
Por que funciona? Com o quadril esticado, o piriforme é um rotador externo, ou seja, gira a coxa para fora. Girar a coxa para dentro faz o contrário: estica o músculo, que aperta o nervo contra a borda da bacia. Se isso reproduz a dor na nádega, o teste é positivo.
Os testes do piriforme lado a lado:
Freiberg: passivo, rotação interna com o quadril esticado;
FAIR: passivo, flexão, adução e rotação interna;
Pace: ativo contra resistência, abdução e rotação externa, sentado;
Beatty: ativo, abdução deitado de lado.
Uma regra para não confundir: o teste passivo estica o músculo (rotação interna, adução); o teste ativo contrai o músculo (rotação externa, abdução contra resistência).
Na prova: o teste de Freiberg é passivo, com o membro em rotação interna.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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