No componente acetabular da prótese cimentada do quadril o maior estresse no cimento e no osso trabecular acontece quando a copa de polietileno E:
- mais espessa e o osso subcondral é preservado
- mais espessa e o osso subcondral é ressecado
- mais fina e o osso subcondral é preservado
- mais fina e o osso subcondral é ressecado
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Conceito-chave
Na taça cimentada da prótese de quadril, a carga que vem da cabeça passa pelo polietileno (o plástico da taça), depois pelo cimento e, por fim, chega ao osso. Quanto mais concentrada a carga, maior o estresse (a tensão) sobre o cimento e o osso, e maior o risco de a taça se soltar com o tempo.
Dois fatores definem esse estresse:
A espessura do polietileno: um polietileno espesso espalha a carga por uma área maior. Um polietileno fino concentra a carga em pontos menores, aumentando a tensão.
O osso subcondral: é a camada de osso mais dura e rígida, logo abaixo da cartilagem do acetábulo. Quando ela é preservada, o cimento se apoia numa base firme. Quando é ressecada (retirada ao fresar demais), o cimento passa a se apoiar no osso esponjoso, muito mais mole, e a tensão no osso trabecular aumenta.
Combinando os dois:
polietileno espesso com subcondral preservado: menor estresse;
polietileno espesso com subcondral ressecado, ou fino com subcondral preservado: estresse intermediário;
polietileno fino com subcondral ressecado: maior estresse.
Por isso as regras técnicas são: usar polietileno com espessura mínima adequada, fresar com cuidado preservando a placa subcondral, fazer pequenos orifícios para ancorar o cimento e manter o leito seco.
Na prova: o maior estresse acontece com polietileno mais fino e osso subcondral ressecado.
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