Na avaliação radiográfica do acetábulo, a dissociação entre a coluna posterior e a gota de lágrima de Köhler sugere fratura
- da parede posterior.
- transversa infratectal.
- transversa transtectal.
- da superfície quadrilátera.
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Conceito-chave
Separar a linha ilioisquiática da lágrima de Köhler sugere fratura da superfície quadrilátera, alternativa D. A razão é que os dois contornos se formam, em parte, por tangências à mesma superfície óssea.
A linha ilioisquiática é usada como marco da coluna posterior, mas nasce da região posterior da quadrilátera. A parte medial da lágrima também inclui a quadrilátera anteroinferior, junto do canal obturatório. No quadril normal, os contornos se superpõem; quando a relação se desfaz, deve-se procurar alteração dessa superfície e considerar a rotação da hemipelve (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Radiografias”).
Linha e coluna não são sinônimos perfeitos. A pergunta usa a coluna posterior como referência radiográfica, mas pede o que explica a dissociação dos contornos. A TC completa a leitura da anatomia, evitando classificar só por uma linha interrompida.
Transversas são definidas pelo traço que separa o segmento ilíaco do isquiopúbico; sua altura pode preservar ou atingir a cúpula. Essa distinção não substitui a relação específica entre lágrima e ilioisquiática.
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